Muitas de nossas atitudes revelam aquilo que realmente somos, muitas vezes movidos pelo direito que achamos possuir saímos em busca de desbravar o mundo sob a prerrogativa de que a vida foi feita para ser vivida.
Damos-nos o direito de extrapolar certos limites, avançar determinados padrões e desrespeitar regras de boa convivência.
Certo ou não, nossas atitudes podem revelar experiência negativas. A vida realmente foi feita para ser vivida, mais se encararmos dessa forma e no sentido próprio e expresso da palavra perderemos a responsabilidade e o verdadeiro sentido que é viver.
Consigo viver melhor e aprendi interpretar determinadas imposições da vida a partir do momento que compreendi que quando deixar este mundo outras pessoas deverão encontrá-lo melhor do que eu o encontrei.
Não podemos viver como se após nossa passagem, não teremos mais responsabilidades. Temos que lutar todos os dias para um mundo sempre melhor, pois pequenas mudanças de atitudes poderão modificar inúmeras situações.
Muitas vezes nos permitimos diretos que nem sempre temos, nos achando livres e dotados de capacidades de agir e fazer o que bem entendemos sem nos preocuparmos com as conseqüências.
Conseqüências que irão refletir-se em ações futuras, pois somos a soma de nossas atitudes pessoais.
Regras de boa convivência, bom senso e respeito podem ajudar a melhorar nosso mundo.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Dominar não significa vencer!
O objetivo principal do jogo com toda certeza é buscar a superioridade técnica e física sobre seu adversário, é para isso que trabalhamos todos os dias. Sob risco de conseguir ou não tal feito.
Muitas vezes o domínio técnico e físico é evidente o que nem sempre na pratica se traduz em vantagem no resultado, quem de nós nunca presenciou o domínio de uma equipe não acabar com o resultado a seu favor?
Infelizmente a explicação se torna muito difícil quando isso ocorre. Difícil de explicar e difícil de compreender, o que é seguro dizer é que isso acontece.
Por isso além de produzir uma história, o jogo também produz enigmas a respeito do que acontece e de que forma aconteceu.
Outro fator relevante é interpretar a sensação que isso provocará na cabeça de cada atleta seu, como eles analisaram tal acontecimento, e de como irão reagir frente a essa incapacidade de aceitar o jogo como ele se apresenta.
Neste momento entra em cena a presença do Técnico/Psicólogo com grau de conhecimento restrito muitas vezes.
Desconhecer tais fatores pode provocar um agravamento destas sensações e elevar o grau de insegurança e impotência para a necessária reação.
É preciso conhecer o comportamento de cada atleta e sair em busca do auxilio para não por a perder parte importante de seu trabalho técnico e a autoconfiança dos seus atletas.
Primeiro passo: Esta descartada a possibilidade de achar culpados. Entende-se neste momento que o mais importante e restaura-se e seguir o caminho em busca de soluções.
Segundo passo: Se não retirarmos as armaduras que usamos na última batalha correremos o risco de esquecer que por baixo delas existem seres humanos.
Terceiro passo: Cada um esta com um tipo de ferimento, então o remédio não pode ser igual para todos.
Quarto passo: Senhor Técnico, trate de ser forte e estar preparado para ajudar cada um deles a se recuperar, ouvir e principalmente ter sua própria análise bem resolvida.
Para muitas pessoas todos nós somos vistos como máquinas perfeitas que não podem falhar muitas pessoas são incapazes de nos enxergar por baixo de nossas armaduras, perceberem que sempre nos ferimos em nossos combates (jogos) e que muitas vezes não nos recuperamos desses ferimentos e já estamos lutando novamente.
Cada jogo exige e provoca uma elevada gama de sentimentos e sensações e é muito perigoso lidar com tudo isso sem saber suas conseqüências, o perigo se inicia inclusive quando dizemos “preciso motivar meus atletas” de que forma faremos isso sem desencadear sensações de medo, desconfiança ou de coragem excessiva e bravura?
Cada dia acredito ainda mais que é necessário conhecer-se a si próprio e a seus atletas, entender suas reações e comportamentos para auxiliá-los nesta dura tarefa de competir.
O princípio da individualidade precisa estar sempre presente e claro em nossas ações, não podemos usar a mesma receita, o que para uns é cura, para outros mata.
Após uma derrota os questionamentos e a impotência tomam conta de nossos pensamentos, mais também restauram nosso comportamento e nos deixam mais atentos ao que nos é dito, somos capazes de absorver melhor as informações que nos serão passadas.
Certamente se tivéssemos vencido poderíamos estar movidos também por certa arrogância e orgulho, então é ruim vencer? Não! Não é ruim vencer a questão é que perder faz parte deste contexto, saiba lidar com as duas sensações e busque explicações sensatas para a reconstrução.
Muitas vezes o domínio técnico e físico é evidente o que nem sempre na pratica se traduz em vantagem no resultado, quem de nós nunca presenciou o domínio de uma equipe não acabar com o resultado a seu favor?
Infelizmente a explicação se torna muito difícil quando isso ocorre. Difícil de explicar e difícil de compreender, o que é seguro dizer é que isso acontece.
Por isso além de produzir uma história, o jogo também produz enigmas a respeito do que acontece e de que forma aconteceu.
Outro fator relevante é interpretar a sensação que isso provocará na cabeça de cada atleta seu, como eles analisaram tal acontecimento, e de como irão reagir frente a essa incapacidade de aceitar o jogo como ele se apresenta.
Neste momento entra em cena a presença do Técnico/Psicólogo com grau de conhecimento restrito muitas vezes.
Desconhecer tais fatores pode provocar um agravamento destas sensações e elevar o grau de insegurança e impotência para a necessária reação.
É preciso conhecer o comportamento de cada atleta e sair em busca do auxilio para não por a perder parte importante de seu trabalho técnico e a autoconfiança dos seus atletas.
Primeiro passo: Esta descartada a possibilidade de achar culpados. Entende-se neste momento que o mais importante e restaura-se e seguir o caminho em busca de soluções.
Segundo passo: Se não retirarmos as armaduras que usamos na última batalha correremos o risco de esquecer que por baixo delas existem seres humanos.
Terceiro passo: Cada um esta com um tipo de ferimento, então o remédio não pode ser igual para todos.
Quarto passo: Senhor Técnico, trate de ser forte e estar preparado para ajudar cada um deles a se recuperar, ouvir e principalmente ter sua própria análise bem resolvida.
Para muitas pessoas todos nós somos vistos como máquinas perfeitas que não podem falhar muitas pessoas são incapazes de nos enxergar por baixo de nossas armaduras, perceberem que sempre nos ferimos em nossos combates (jogos) e que muitas vezes não nos recuperamos desses ferimentos e já estamos lutando novamente.
Cada jogo exige e provoca uma elevada gama de sentimentos e sensações e é muito perigoso lidar com tudo isso sem saber suas conseqüências, o perigo se inicia inclusive quando dizemos “preciso motivar meus atletas” de que forma faremos isso sem desencadear sensações de medo, desconfiança ou de coragem excessiva e bravura?
Cada dia acredito ainda mais que é necessário conhecer-se a si próprio e a seus atletas, entender suas reações e comportamentos para auxiliá-los nesta dura tarefa de competir.
O princípio da individualidade precisa estar sempre presente e claro em nossas ações, não podemos usar a mesma receita, o que para uns é cura, para outros mata.
Após uma derrota os questionamentos e a impotência tomam conta de nossos pensamentos, mais também restauram nosso comportamento e nos deixam mais atentos ao que nos é dito, somos capazes de absorver melhor as informações que nos serão passadas.
Certamente se tivéssemos vencido poderíamos estar movidos também por certa arrogância e orgulho, então é ruim vencer? Não! Não é ruim vencer a questão é que perder faz parte deste contexto, saiba lidar com as duas sensações e busque explicações sensatas para a reconstrução.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Apoio Krona Tubos e Conexões

Recebo oficialmente a noticia de Andreas Schubert (Analista de Marketing) da Krona Tubos e Conexão, o apoio cultural para elaboração final do meu projeto (Livro). A Krona vem tendo destaque importante no Futsal Nacional, apoiando competições importantes como a Liga Nacional de Futsal e demais projetos. Sendo assim, me sinto honrado por vincular meu projeto a esta marca de sucesso, com toda certeza agrego valor imensurável na realização deste importante marco profissional em minha vida. Obrigado a Krona pela confiança.
domingo, 6 de junho de 2010
Em época de Copa do Mundo!
Nada mais oportuno neste momento do que analisar as inúmeras sensações que norteiam as escolhas e preferências. Sem querer sair em defesa de Dunga (Técnico da Seleção Brasileira de Futebol), que com toda certeza não precisa da minha opinião, tão pouco, sair a favor da grande torcida Brasileira que munida de preferências sai em defesa de suas próprias escolhas pessoais.
É preciso ter análise perceptiva e coerente para estabelecer os parâmetros necessários. Normalmente quem escolhe algo, escolhe baseado na sua preferência o que caracteriza uma preferência pessoal sim, não há como fugir disso. Quando se escolhe também se assume responsabilidades, portanto, quem se sujeita a escolher também terá que sujeitar-se a ser avaliado e por sua vez criticado pelas suas opções.
É importante saber que no esporte ou em qualquer profissão a escolha sempre vem baseada em dados aprofundados, informações de comportamento e desempenho, não é possível fazer escolhas baseadas apenas no senso comum, ou em informações preferenciais apenas, aquelas que privilegiam somente questões momentâneas de rendimento. É necessário analisar o desempenho de forma evolutiva, respondendo perguntas tais como:
Houve melhora no rendimento;
Houve evolução no comportamento coletivo;
Houve maturidade e consciência para administrar momentos adversos;
Em que momento me manifesto em prol dos objetivos coletivos;
Meus interesses pessoais não sobrepõem interesses coletivos;
Entre tantos outros fatores para uma possível análise, aqui relaciono apenas alguns que somente quem convive no dia-a-dia pode responder, na escolha de nossa Seleção podemos observar apenas os rendimentos em campo, mais não temos como nos infiltrar no dia-a-dia de trabalho e nas relações comportamentais, apenas supomos como tudo acontece.
Não acredito que pessoas envolvidas diretamente na tarefa de “selecionar” os melhores, não analisem com muito critério todas essas informações.
Embora temos a capacidade de formarmos ainda mais 3 ou 4 fortíssimas seleções, com o que há disponível tecnicamente em nosso país, tudo isso ainda não é garantia de nada, pois quando se sai para competir com apenas um propósito “O de ser Campeão” estamos sujeitos a não comemorar as etapas do trabalho o que sem dúvida é importante para a autoconfiança, sendo assim, não nos adianta buscar somente nossas preferências é preciso acreditar que as escolhas estão baseadas em algo muito concreto e torcer, torcer muito para que tudo sai conforme o combinado pois a tarefa da nossa seleção é a mais difícil de todas as outras, pois somente o primeiro lugar poderá contentar tantos torcedores entendidos no assunto.
É preciso ter análise perceptiva e coerente para estabelecer os parâmetros necessários. Normalmente quem escolhe algo, escolhe baseado na sua preferência o que caracteriza uma preferência pessoal sim, não há como fugir disso. Quando se escolhe também se assume responsabilidades, portanto, quem se sujeita a escolher também terá que sujeitar-se a ser avaliado e por sua vez criticado pelas suas opções.
É importante saber que no esporte ou em qualquer profissão a escolha sempre vem baseada em dados aprofundados, informações de comportamento e desempenho, não é possível fazer escolhas baseadas apenas no senso comum, ou em informações preferenciais apenas, aquelas que privilegiam somente questões momentâneas de rendimento. É necessário analisar o desempenho de forma evolutiva, respondendo perguntas tais como:
Houve melhora no rendimento;
Houve evolução no comportamento coletivo;
Houve maturidade e consciência para administrar momentos adversos;
Em que momento me manifesto em prol dos objetivos coletivos;
Meus interesses pessoais não sobrepõem interesses coletivos;
Entre tantos outros fatores para uma possível análise, aqui relaciono apenas alguns que somente quem convive no dia-a-dia pode responder, na escolha de nossa Seleção podemos observar apenas os rendimentos em campo, mais não temos como nos infiltrar no dia-a-dia de trabalho e nas relações comportamentais, apenas supomos como tudo acontece.
Não acredito que pessoas envolvidas diretamente na tarefa de “selecionar” os melhores, não analisem com muito critério todas essas informações.
Embora temos a capacidade de formarmos ainda mais 3 ou 4 fortíssimas seleções, com o que há disponível tecnicamente em nosso país, tudo isso ainda não é garantia de nada, pois quando se sai para competir com apenas um propósito “O de ser Campeão” estamos sujeitos a não comemorar as etapas do trabalho o que sem dúvida é importante para a autoconfiança, sendo assim, não nos adianta buscar somente nossas preferências é preciso acreditar que as escolhas estão baseadas em algo muito concreto e torcer, torcer muito para que tudo sai conforme o combinado pois a tarefa da nossa seleção é a mais difícil de todas as outras, pois somente o primeiro lugar poderá contentar tantos torcedores entendidos no assunto.
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